quarta-feira, 19 de março de 2014

Sociedade colonial 

Açucareira x Mineradora 

Resumo: -Sociedade açucareira - havia grande imobilidade social (senhores e escravos), onde o escravo, em 99% do casos, nascia escravo e morria escravo; as pessoas viviam no campo, ao redor dos engenhos. Predominou na região Nordeste 


Sociedade.Mineradora - nela surgiu a classe média (pessoas que não eram ricas como os latifundiários ou os donos de grandes minas, mas , também, não faziam parte da classe dos trablhadores pobres (como os carpinteiros, sapateiros, pedreiros , etc. e todos aqueles que não possuissem escravos), nessa classe média encontravam-se os médicos, advogados, donos de estabelecimentos comerciais com 3 ou 4 escravos, etc; era uma sociedade c/grande "desenvolvimento" 
urbano. Predominou na região Sudeste.

Tudo Sobre

INTRODUÇÃO
Desde o final do século XVI na capitânia de São Vicente, o Brasil já tinha conhecido uma escassa exploração mineral do chamado ouro de lavagem, que em razão da baixa rentabilidade, foi rapidamente abandonada.
Somente no século XVIII é que a mineração realmente passou a dominar o cenário brasileiro, intensificando a vida urbana da colônia, além de ter promovido uma sociedade menos aristocrática em relação ao período anterior, representado pelo ruralismo açucareiro.




DESDOBRAMENTOS: SOCIEDADE E CULTURA
O ciclo do ouro e do diamante foi responsável por profundas mudanças na vida colonial. Em cem anos a população cresceu de 300 mil para, aproximadamente, 3 milhões de pessoas, incluindo aí, um deslocamento de 800 mil portugueses para o Brasil. Paralelamente foi intensificado o comércio interno de escravos, chegando do Nordeste cerca de 600 mil negros. Tais deslocamentos representam a transferência do eixo social e econômico do litoral para o interior da colônia, o que acarretou na própria mudança da capital de Salvador para o Rio de Janeiro, cidade de mais fácil acesso à região mineradora. A vida urbana mais intensa viabilizou também, melhores oportunidades no mercado interno e uma sociedade mais flexível, principalmente se contrastada com o imobilismo da sociedade açucareira.
Embora mantivesse a base escravista, a sociedade mineradora diferenciava-se da açucareira, por seu comportamento urbano, menos aristocrático e intelectualmente mais evoluído. Era comum no século XVIII, ser grande minerador e latifundiário ao mesmo tempo. Portanto, a camada socialmente dominante era mais heterogênea, representada pelos grandes proprietários de escravos, grandes comerciantes e burocratas. A novidade foi o surgimento de um grupo intermediário formado por pequenos comerciantes, intelectuais, artesãos e artistas que viviam nas cidades.
O segmento abaixo era formado por homens livres pobres (brancos, mestiços e negros libertos), que eram faiscadores, aventureiros e biscateiros, enquanto que a base social permanecia formada por escravos que em meados do século XVIII, representavam 70% da população mineira.
Para o cotidiano de trabalho dos escravos, a mineração foi um retrocesso, pois apesar de alguns terem conseguido a liberdade, a grande maioria passou a viver em condições bem piores do que no período anterior, escavando em verdadeiros buracos onde até a respiração era dificultada. Trabalhavam também na água ou atolados no barro no interior das minas. Essas condições desumanas resultam na organização de novos quilombos, como do rio das Mortes, em Minas Gerais, e o de Carlota, no Mato Grosso. Com o crescimento do número de pequenos e médios proprietários a mineração gerou uma menor concentração de renda, ocorrendo inicialmente um processo inflacionário, seguido pelo desenvolvimento de uma sólida agricultura de subsistência, que juntamente com a pecuária, consolidam-se como atividades subsidiárias e periféricas.
A acentuação da vida urbana trouxe também mudanças culturais e intelectuais, destacando-se a chamada escola mineira, que se transformou no principal centro do Arcadismo no Brasil. São expoentes as obras esculturais e arquitetônicas de Antônio Francisco Lisboa, o "Aleijadinho", em Minas Gerais e do Mestre Valentim, no Rio de Janeiro.

Fonte: http://sociedademineradora.blogspot.com.br/2011/05/sociedade-mineradora.html







A sociedade da região açucareira dos séculos XVI e XVII era composta, basicamente, por dois grupos. O dos proprietários de escravos e de terras compreendia os senhores de engenho e os plantadores independentes de cana. Estes não possuíam recursos para montar um engenho para moer a sua cana e, para tal, usavam os dos senhores de engenho. O outro grupo era formado pelos escravos, numericamente muito maior, porém quase sem direito algum. Entre esses dois grupos existia uma faixa intermediária: pessoas que serviam aos interesses dos senhores como os trabalhadores assalariados (feitores, mestres-de-açúcar, artesãos) e os agregados (moradores do engenho que prestavam serviços em troca de proteção e auxílio). 
Ao lado desses colonos e colonizados situavam-se os colonizadores: religiosos, funcionários e comerciantes. 

Conclusão:A sociedade açucareira era patriarcal. A maior parte dos poderes se concentrava nas mãos do senhor de engenho. Com autoridade absoluta, submetia todos ao seu poder: mulher, filhos, agregados e qualquer um que habitasse seus domínios. Cabia-lhe dar proteção à família, recebendo, em troca, lealdade e deferência. Essa família podia incluir parentes distantes, de status social inferior, filhos adotivos e filhos ilegítimos reconhecidos. 

Perguntas sobre o assunto 

Questão 1: Qual foi o fator que causou a segunda guerra mundial?

A) Foi a ideia de Hitler de expandir os domínios territoriais da Alemanha e ampliar, desta forma, a obtenção de poder e recursos materiais ? Correta
B)Foi que o japão não havia ganhado benefícios com a guerra e quis se vingar? 
C)Foi que a Alemanha tinha decidido desistir de ter  a obtenção de poder e recursos materiais
D)Foi que o tratado de Versalhes beneficiou a Alemanha dai o Japão com a humilhação sofrida queria se vingar?

Questão 2: Morrer pela Pátria, pela Ideia (...) Não, isso é fugir da verdade. Mesmo no front, matar é que é importante (...). Morrer não é nada, isso não existe. Ninguém pode imaginar sua própria morte. Matar é o importante. Essa é a fronteira a ser cruzada. Sim, esse é o ato concreto de vontade. Porque aí você torna sua vontade viva na de outro homem.
Esse texto, de 1943-45, expressa a visão de mundo de um adepto da ideologia
a) socialista.

b) fascista.Correta
c) anarquista.
d) capitalista.

Questão 3: No período de 1948 e 1952, mudanças na conjuntura internacional obrigaram os EUA a alterar sua política em relação ao Japão. Essa alteração ocasionou o fim da intervenção americana naquela país. 

Assinale a alternativa que apresenta fatores que motivaram a alteração da política americana em relação ao 
Japão:

 
a) A ascensão de Nikita Kruchev na URSS e a invasão da Hungria pelos soviéticos.
b) O advento da guerra fria e a Revolução Chinesa.Correta
c) O macartismo e a criação do Kominform.
d) O surgimento da Cortina de Ferro e o conflito Tito-Stalin.
e) Os conflitos da Coréia e do Vietnã.

Questão 4:Assinale a alternativa errada no contexto da Segunda Guerra Mundial:
 
a) A anexação da Albânia pelas tropas fascistas italianas.
b) A invasão, pelos japoneses, de regiões chinesas de grande importância econômica.
c) A vitória alemã na batalha de Stalingrado, que consolidou a hegemonia alemã.Correção 
d) A anexação da região dos Sudetos, na Tchecoslováquia, pelos alemães.
e) A crise do Corredor Polonês, que culminou com a invasão da Polônia por tropas nazista.

Questão 5:
O desenvolvimento industrial posterior à II Guerra Mundial, a ameaça nuclear no período da Guerra Fria e o crescimento
dos problemas ambientais explicam, em parte, o destaque alcançado pelo movimento ecologista, o qual se insere em
mobilizações identificadas pelo pensamento sociológico sob a terminologia geral de “novos movimentos sociais”.
Sobre os novos movimentos sociais, é correto afirmar:

I. Constituem suas demandas em oposição à lógica dos aparelhos de dominação, priorizando, em particular, as lutas
centrais coletivas.
II. Lutam, basicamente, pela conquista de direitos, isto é, avanços institucionais capazes de aportar mudanças relevantes
na sociedade.
III. Substituíram o movimento operário, que perdeu sua importância histórica diante da redução numérica mundial da
classe trabalhadora.
IV. Têm como elemento típico a sua subordinação aos partidos políticos e sindicatos, visando controlar o aparelho de
Estado.
Assinale a alternativa correta.
a) Somente as afirmativas I e II são corretas.Correta
b) Somente as afirmativas II e IV são corretas.
c) Somente as afirmativas III e IV são corretas.
d) Somente as afirmativas I, II e III são corretas.
e) Somente as afirmativas I, III e IV são corretas.
Questão 6: A segunda guerra mundial alterou a correlação de forças no mundo. Dos fatos abaixo, qual NÃO ocorreu?
a) o declínio da influência européia, cuja hegemonia já havia sido comprometida desde a primeira guerra mundial
b) a ascensão dos EUA e da União soviética, liderando blocos de interesses divergentes e originando a chamada “bipolarização” do mundo
 x c) após a segunda guerra mundial e até recentemente, nenhuma potência européia e os EUA participaram de qualquer conflito bélico.Errada
d) após a guerra – e por causa dela – houve intensificação das manifestações anticolonistas, acelerando-se o processo de descolonização das colônias européias na áfrica e na ásia
e) como tentativa de resolver os problemas internacionais, criou-se em 1945 a organização das nações unidas (ONU)
Questão 7: Os Estados Unidos entraram fundamentalmente na Segunda Guerra Mundial no ano de 1941. Quais foram os principais fatores que causaram a entrada dos Estados Unidos na guerra?

a)      A ocupação nazista da Rússia em 1941.
b)      O confronto dos Estados Unidos com a marinha japonesa na Batalha de Midway no ano de 1942.
c)      A incorporação dos territórios poloneses pela Alemanha perdidos pelos alemães durante o Tratado de Versalhes em 1919.
d)     A derrota russa pelos alemães no ano de 1942 na Batalha de Stalingrado.
e)    Os acordos de solidariedade com a Inglaterra na chamada Carta do Atlântico e os ataques japoneses à base de Pearl Harbor .Correta
Questão 8: O rompimento pelos nazistas do Pacto Germano-Soviético firmado entre a Alemanha e a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), no ano de 1939, fez com que a União Soviética entrasse na Segunda Guerra em 1943. O que foi o Pacto Germano-Soviético?
a)      Política de acordos efetivada por Hitler e Churchill.
b)      Efetivação do Pacto anti-Komintern entre Alemanha, URSS e Japão.
c)      Política de acordos entre Hitler e Stálin de não agressão e neutralidade entre Alemanha e União Soviética por dez anos.Correta
d)     Pacto que assegurava à Alemanha o direito de incorporar territórios poloneses com a permissão da França e da Inglaterra.
e)     Política de não agressão entre Alemanha, Inglaterra, Japão e França.
Questão 9: Sobre a geopolítica na conjuntura imediatamente pós Segunda Guerra, pode-se afirmar que:
a) as áreas que não se envolveram, diretamente, no conflito conseguiram alcançar um amplo desenvolvimento econômico baseado em uma política de exportação.
b) as diversas formas de dominação colonial e de exploração que caracterizavam, historicamente, as relações entre o centro e a periferia foram mantidas.Correta 
c) os países aliados estabeleceram uma política de arrasamento dos países vencidos inviabilizando o crescimento mundial durante décadas.
d) os países vencidos se agruparam formando o bloco dos não-alinhados viabilizando, assim, sua recuperação uma vez que não foram levados em consideração pelos vencedores.

Pós guerra

Em 1945, a Segunda Guerra Mundial chegava ao fim, registrando milhões de mortos e um mundo dividido entre capitalistas e comunistas. Os Estados Unidos foram o país que mais lucrou com a guerra. Junto com os países da Tríplice Entente, impuseram taxas aos países perdedores; e, por serem economicamente estáveis, elaboraram políticas de reestruturação aos derrotados (plano Marshall). Do outro lado, a União Soviética também se destacou. Líder da aliança entre os países comunistas, a URSS disputou a hegemonia mundial, investindo em armamento bélico e tecnológico. Esse poderio, presente em ambos os países, culminou em um conflito político-ideológico chamado Guerra Fria.

De um lado, os capitalistas, representados pelos Estados Unidos. De outro, a União Soviética regia o bloco comunista. E o mundo se dividiu. Disputando a hegemonia mundial, através de uma ideologia forte, os blocos competiram entre si, a fim de consolidar seu poderio. Os EUA temiam o crescimento do comunismo e consequentemente o enfraquecimento de sua política imperialista. Já os soviéticos buscavam alianças, com o intuito de formar um bloco coeso e socialista. Por questões políticas, o choque entre os blocos resultou na divisão da Alemanha – derrotada na Segunda Guerra – em Ocidental (capitalistas) e Oriental (comunistas). Foi construído um muro, que dividia a cidade alemã de Berlim e simbolizava a tensão da Guerra Fria.

O risco de um conflito entre os blocos era iminente. Preocupados com um possível confronto, ambos investiram em armamento pesado. A URSS introduziu mísseis em Cuba, país socialista centro-americano, apontados para os EUA, que, por sua vez, construíram a bomba atômica, fortaleceram suas tropas e estreitaram os laços com os países mais frágeis, a fim de levantar um império. A Corrida Armamentista (nome que se referiu a esta competição bélica) gerou mais tensão ainda entre os blocos e influenciou outra disputa conhecida como Corrida Espacial. Os blocos investiram em tecnologia, construindo foguetes espaciais, satélites e organizando expedições de reconhecimento extraterreno.

Como o risco de um confronto era constante, os capitalistas se uniram, fundando a OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte). Os comunistas responderam à altura, criando o Pacto de Varsóvia, união entre os países socialistas. Outros conflitos iam surgindo em consequência da guerra ideológica. Em 1949, a China enfrentou sua Revolução, liderada por Mao Tse-tung. No ano seguinte, em 1950, a Coreia, anexada ao Japão no final da Segunda Guerra, também foi dividida. Entre as décadas de 50 e 60, foi a vez da América Central. Cuba e Nicarágua também lutaram contra as forças imperialistas. A derrocada ianque se deu em 1964, com a Guerra do Vietnã, em que os EUA perderam e o orgulho estadunidense foi ferido. A situação começava a se estabelecer até que em 1989, com a URSS menos socialista e mais diplomática (após a morte de Stálin, líder russo), o Muro de Berlim caiu, a Alemanha foi reunificada e a Guerra Fria chegou ao fim.

Fonte: http://www.alunosonline.com.br/historia/posguerra.html
Data: 19/03/2014   Hora : 18:18

Em 18 de julho de 1944 uma família francesa retorna à sua aldeia natal, Buron, ao noroeste de Caen, que foi completamente destruída durante a Segunda Guerra Mundial




O fim da segunda guerra Mundial 

O fim da Segunda Guerra Mundial, sem dúvida, foi de extrema importância para muitas áreas do conhecimento. Apesar das baixas e das perdas ocasionadas pelo conflito armado, a guerra trouxe consigo uma série de questões importantes relacionadas à tecnologia, política, economia e sociedade.
Em relação à economia e à políticas, duas novas nações assumem o poder do mundo: Estados Unidos e URSS passaram a duelar por honra, espaço e status no mundo. Ambos vencedores da Segunda Guerra Mundial, os dois países disputaram por anos áreas de influência, sem jamais, atirarem um contra o outro. A batalha de egos ficou conhecida como Guerra Fria e durou até os anos 90. Outros conflitos que podem ser vistos como consequência da guerra são: a Guerra do Vietnã, a Guerra da Coreia, o Embargo a Cuba, a Guerra do Golfo  entre outras.
Por outro lado, a Segunda Guerra Mundial foi importantíssima para a descoberta de medicamentos como a penicilina, uma série de  antibióticos e antiinflamatórios, próteses e outros. Deu impulso à invenção de equipamentos como o radar, o submarino, o computador, o helicóptero entre outros.  

Fonte: http://pnld.moderna.com.br/2012/05/07/o-fim-da-segunda-guerra-mundial/
dia/hora = 19/03/2014 / 18:08






Mulheres na 2°Guerra
Em 4 de dezembro de 1940, durante a II Guerra Mundial, as mulheres do Batalhão da Morte da Rússia lançaram-se à luta mais violenta. As mulheres britânicas dirigiram ambulâncias carregadas de soldados gravemente feridos em meio a pesados bombardeios. As mais jovens trabalharam nas fábricas de munições e comprometeram-se a não retornar à antiga vida sem ao menos exigir e conseguir o direito ao voto. As mulheres lutaram, trabalharam como enfermeiras, pilotaram aviões, animaram as tropas, infiltraram-se clandestinamente para informar seus companheiros acerca do combate e aprenderam a construir barcos e tanques. Alem disso, suportaram todas as atrocidades cometidas na guerra: campos da morte, incêndios de bombardeios e a arma fundamental: a bomba nuclear. - See more at: http://hojenahistoria.seuhistory.com/participacao-das-mulheres-na-ii-guerra-mundial#sthash.ZBwjknWf.dpuf
Conta-se nos dedos na história da humanidade as mulheres que tiveram participação efetiva nas grandes guerras, e essa ausência sempre está relacionado com a preservação do sexo frágil e o cuidar da família, enquanto o homem viril e provedor, tinha por responsabilidade a sobrevivência e a proteção a essa mesma família.
Durante a Grande Guerra esse quadro começa a mudar, a mulher se aproxima do front com funções específicas, mas ainda longe de qualquer participação como combatente ativo.
Na Guerra Civil Espanhola, acontece a grande virada do sexo frágil, a mulher é treinada e qualificada para o combate por ambos os lados, e torna-se um elemento importante para o contexto daquele infeliz momento espanhol.
Já na Segunda Guerra a mulher vai desempenhar todos os tipos de funções no front e no esforço de guerra de todas as nações.
Nos Estados Unidos, para cumprir as metas de produção de guerra, é necessário que a mulher assuma postos de trabalho anteriormente destinados a homens, e ela faz com a galhardia de quem vai para o front. Empresas como a Ford, passam a contar em seus quadros, em algumas fábricas apenas com mulheres. Campanhas são realizadas, pois muitos críticos acham que as mulheres, desempenhando funções de homens, estarão passando por um processo de “masculinizarão”, a própria Ford implanta em suas fábricas setores de maquiagem e cabelereiros para suas funcionárias entrarem no serviço, belas. No front as mulheres são incorporadas a tropa, agora não apenas como meras enfermeiras, mas como oficias de saúde, tropas especialistas são formas, principalmente para prover a retaguarda com o apoio logístico necessário, vários quadros e graduações de militares mulheres são consumados durante a guerra.
Na Inglaterra, durante a eminente invasão alemã a ilha, as mulheres são treinadas para serem usadas como tropa de infantaria em defesa de sua terra; batalhões de voluntárias são formados para lutarem com os alemães, felizmente a invasão nunca aconteceu. As mulheres também desempenharam funções importantes em Londres, principalmente incorporadas a grupo de combates a incêndio e no socorro as vítimas dos bombardeios.
Na Alemanha, durante a primeira fase da guerra a mulher não foi envolvida, mas o doutrinamento nazista colocava a mulher como sendo a base para a continuação da raça ariana, segundo os planos de Himmler, mulheres arianas deveriam ser selecionadas para casarem com oficiais da SS, e essa seleção, rigorosa, deu origem a Programa Lebensborn. Na segunda fase da guerra, a mulher alemã foi obrigada a desempenhar funções na manutenção diária do país, tais como condutor de bonde e outras funções caracteristicamente masculinas. Na terceira fase da guerra, quando Berlim está sob ameaça, ela é usada, juntamente com crianças, como último elemento defensivo e, posteriormente, sofre de forma terrível com a ocupação soviética e os estupros sistemáticos que são aceitos como “normais” pelo Exército Vermelho. No final da guerra as mulheres são pagas para retirar os escombros de uma Berlim destruída, e são chamadas e “mulheres escombros”, chega o fim a trajetória da mulher alemã na guerra.

No Exército Vermelho a mulher é um elemento de infantaria, sendo tratada como mais um soldado na tropa, é a mais pura verdade o termo “A Grande Guerra Patriótica” para as mulheres filhas dessa terra.
Em outros fronts, dentro dos movimentos de resistência espalhados pela Europa, a mulher exerce funções principais, e através desses movimentos os Aliados sustentam várias operações.
No final das contas, pudemos imaginar que o processo de igualdade entre os sexos fica mais claro e evidenciado após a Segunda Guerra, diferentemente de outros períodos da História, a mulher prova que é capaz de exercer qualquer função, de soldado combatente a operador de máquinas pesadas. O sexo frágil deixou de ser frágil ou nunca foi.

Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2013/11/1369393-mulheres-de-aco-da-2-guerra-ainda-esperam-reconhecimento-no-reino-unido.shtml
Postado: 19/03/2014 as 17:15


Em 4 de dezembro de 1940, durante a II Guerra Mundial, as mulheres do Batalhão da Morte da Rússia lançaram-se à luta mais violenta. As mulheres britânicas dirigiram ambulâncias carregadas de soldados gravemente feridos em meio a pesados bombardeios. As mais jovens trabalharam nas fábricas de munições e comprometeram-se a não retornar à antiga vida sem ao menos exigir e conseguir o direito ao voto. As mulheres lutaram, trabalharam como enfermeiras, pilotaram aviões, animaram as tropas, infiltraram-se clandestinamente para informar seus companheiros acerca do combate e aprenderam a construir barcos e tanques. Alem disso, suportaram todas as atrocidades cometidas na guerra: campos da morte, incêndios de bombardeios e a arma fundamental: a bomba nuclear. - See more at: http://hojenahistoria.seuhistory.com/participacao-das-mulheres-na-ii-guerra-mundial#sthash.ZBwjknWf.dpuf
Em 4 de dezembro de 1940, durante a II Guerra Mundial, as mulheres do Batalhão da Morte da Rússia lançaram-se à luta mais violenta. As mulheres britânicas dirigiram ambulâncias carregadas de soldados gravemente feridos em meio a pesados bombardeios. As mais jovens trabalharam nas fábricas de munições e comprometeram-se a não retornar à antiga vida sem ao menos exigir e conseguir o direito ao voto. As mulheres lutaram, trabalharam como enfermeiras, pilotaram aviões, animaram as tropas, infiltraram-se clandestinamente para informar seus companheiros acerca do combate e aprenderam a construir barcos e tanques. Alem disso, suportaram todas as atrocidades cometidas na guerra: campos da morte, incêndios de bombardeios e a arma fundamental: a bomba nuclear. - See more at: http://hojenahistoria.seuhistory.com/participacao-das-mulheres-na-ii-guerra-mundial#sthash.ZBwjknWf.dpuf
Em 4 de dezembro de 1940, durante a II Guerra Mundial, as mulheres do Batalhão da Morte da Rússia lançaram-se à luta mais violenta. As mulheres britânicas dirigiram ambulâncias carregadas de soldados gravemente feridos em meio a pesados bombardeios. As mais jovens trabalharam nas fábricas de munições e comprometeram-se a não retornar à antiga vida sem ao menos exigir e conseguir o direito ao voto. As mulheres lutaram, trabalharam como enfermeiras, pilotaram aviões, animaram as tropas, infiltraram-se clandestinamente para informar seus companheiros acerca do combate e aprenderam a construir barcos e tanques. Alem disso, suportaram todas as atrocidades cometidas na guerra: campos da morte, incêndios de bombardeios e a arma fundamental: a bomba nuclear. - See more at: http://hojenahistoria.seuhistory.com/participacao-das-mulheres-na-ii-guerra-mundial#sthash.ZBwjknWf.dpuf
Facismo
 
Introdução

Entre as décadas de 1920 e 1940, surgiu e desenvolveu-se, em alguns países da Europa, o fascismo. Era um sistema político, econômico e social que ganhou força após a Primeira Guerra Mundial, principalmente nos países em crise econômica (Itália e Alemanha). Na Itália, o fascismo foi representado pelo líder italiano Benito Mussolini. Na Alemanha, Adolf Hitler foi o símbolo do fascismo, que neste país ganhou o nome de nazismo. 
Este sistema terminou com a derrota do Eixo (Alemanha, Itália e Japão) na Segunda Guerra Mundial (1939-45).

Principais características e ideias do fascismo:

- Totalitarismo: o sistema fascista era antidemocrático e concentrava poderes totais nas mãos do líder de governo. Este líder podia tomar qualquer tipo de decisão ou decretar leis sem consultar políticos ou representantes da sociedade.

- Nacionalismo: entre os fascistas era a ideologia baseada na ideia de que só o que é do país tem valor. Valorização extrema da cultura do próprio país em detrimento das outras, que são consideradas inferiores.

- Militarismo: altos investimentos na produção de armas e equipamentos de guerra. Fortalecimento das forças armadas como forma de ganhar poder entre as outras nações. Objetivo de expansão territorial através de guerras.

- Culto à força física: Nos países fascistas, desde jovens os jovens eram treinados e preparados fisicamente para uma possível guerra. O objetivo do estado fascista era preparar soldados fortes e saudáveis.

- Censura: Hitler e Mussolini usaram este dispositivo para coibir qualquer tipo de crítica aos seus governos. Nenhuma notícia ou ideia, contrária ao sistema, poderia ser veiculadas em jornais, revistas, rádio ou cinema. Aqueles que arriscavam criticar o governo eram presos e até condenados a morte.

- Propaganda: os líderes fascistas usavam os meios de comunicação (rádios, cinema, revistas e jornais) para divulgarem suas ideologias. Os discursos de Hitler eram constantemente transmitidos pelas rádios ao povo alemão. Desfiles militares eram realizados para mostrar o poder bélico do governo.

- Violência contra as minorias: na Alemanha, por exemplo, os nazistas perseguiram, enviaram para campos de concentração e mataram milhões de judeus, ciganos, homossexuais e até mesmo deficientes físicos.
- Anti-socialismo: os fascistas eram totalmente contrários ao sistema socialista. Defendiam amplamente o capitalismo, tanto que obtiveram apoio político e financeiro de banqueiros, ricos comerciantes e industriais alemães e italianos.

Curiosidades: 
- Embora Itália e Alemanha tenham sido os exemplos mais nítidos de funcionamento do sistema fascista, em Portugal (governo de Salazar) e Espanha (governo de Francisco Franco), neste período, características fascistas se fizeram presentes. 
- A palavra fascismo tem origem na palavra fasci que significa, em italiano, "feixe". O feixe de lenha amarrado foi um símbolo muito usado em Roma Antiga. Simbolizava a força na união, pois um galho sozinho pode ser quebrado, porém unidos tornam-se bem resistentes. Benito Mussolini resgatou este símbolo ao fundar o Partido Nacional Fascista em 1922. O símbolo deste partido era o feixe de lenha com um machado, tendo de pano de fundo as cores da bandeira italiana.
O fascismo na atualidade:
Embora tenha entrado em crise após a Segunda Guerra Mundial, alguns aspectos da ideologia fascista ainda estão presentes em alguns grupos e partidos políticos. Na Europa, por exemplo, existem partidos políticos que defendem plataformas baseadas na xenofobia (aversão a estrangeiros).

Fonte: http://www.suapesquisa.com/historia/fascismo.htm
Postado: 19/03/2014 as 17:02

Nazismo

 
As eleições nacionais de 1919 marcaram uma derrota parcial dos social-democratas, considerados responsáveis pela fome que se alastra na Alemanha. Para manterem-se no poder, aliaram-se aos católicos e aos burgueses liberais.
Em 1919, foi fundado o Partido Nazista, que teve como chefe Adolf Hitler, austríaco que lutara no exército alemão. No mesmo ano, foi votada a nova Constituição da Alemanha. Estabelecia uma federação de 23 Estados, que passavam a ter uma Constituição democrática, enviando seus delegados a uma Assembléia Nacional. O Reichrast.
O presidente da República seria eleito por sete anos mediante voto direto universal. Tinha por função comandar o exército, indicar os ministros, dissolver o Reichstag se necessário e convocar novas eleições.De 1919 até 1929, a chamada República de Weimar enfrentou enormes dificuldades. Apesar das reformas trabalhistas que limitavam o tempo de trabalho a oito horas e de um conselho de patrões e empregados criado para orientar a política econômica do país, a miséria e a fome orientar a política econômica do país, a miséria e a fome abatiam-se sobre a Alemanha em conseqüência da contínua desvalorização monetária, provocada por necessidade de pagar as repartições de guerra aos aliados franceses tornou a situação ainda mais crítica. Em 1923, a inflação era galopante.
Hendenburg foi eleito presidente em 1925, substituição a Ebert, falecido. A recuperação da Alemanha era bem frágil. A crise econômica mundial de 1929 demonstrando esse fato, pois permitiria a ascensão ao poder do líder do Partido Nazista, Adolf Hitler. Ele se utilizou do descontentamento dos alemães com o governo para obter mais adeptos. O Partido Nazista imitou o Partido Fascista: tinha tropas de choque e empregava métodos violentos contra socialistas, comunistas e judeus, além de perseguir sindicatos e jornais.
Em 1923, a França invadiu o centro industrial da Alemanha. Para forçar sua retirada, o governo alemão incentivou a greve na região e passou a pagar parte dos salários, aumentando a inflação. O desespero aumentou o número de adeptos do Partido Nazista. Hitler iniciou então uma revolução em Munique, mas fracassou, e ficou preso por alguns meses. Ele afirmava que os lemas eram superiores em termos raciais, e que o nazismo deveria conduzir o mundo.
Pregava a necessidade de se manter a pureza da raça ariana, eliminando de se manter a pureza da raça ariana, eliminando os judeus da Alemanha. Os judeus eram acusados de capitalistas, que enfraqueciam a Alemanha.
Quando Hitler chegou a poder, utilizou-se de suas tropas de choque para se livrar de adversários políticos. E em 1932 elegeu 230 deputados de seu partido. Em 1934, morreu o presidente alemão. Hitler, que assumiria em 1933 como primeiro-ministro, impôs uma ditadura violenta.

Pessoas de destaque da oposição foram enviadas para campos de concentração. Todos os estados ficaram centralizados pelas ordens de Hitler. Os judeus perderam a cidadania e passaram a ser perseguidos. Todos eram obrigados a exercer a doutrina nazista.

Fonte:http://www.historiadomundo.com.br/idade-contemporanea/nazismo.htm  
 Postado:19/03/2014 as 16:58
   




























Introdução: As causas da Segunda Guerra Mundial
Um conflito desta magnitude não começa sem importantes causas ou motivos. Podemos dizer que vários fatores influenciaram o início deste conflito que se iniciou na Europa e, rapidamente, espalhou-se pela África e Ásia.
Um dos mais importantes motivos foi o surgimento, na década de 1930, na Europa, de governos totalitários com fortes objetivos militaristas e expansionistas. Na Alemanha surgiu o nazismo, liderado por Hitler e que pretendia expandir o território Alemão, desrespeitando o Tratado de Versalhes,  inclusive reconquistando territórios perdidos na Primeira Guerra. Na Itália estava crescendo o Partido Fascista, liderado por Benito Mussolini, que se tornou o Duce da Itália, com poderes sem limites.

Tanto a Itália quanto a Alemanha passavam por uma grave crise econômica no início da década de 1930, com milhões de cidadãos sem emprego. Uma das soluções tomadas pelos governos fascistas destes países foi a industrialização, principalmente na criação de indústrias de armamentos e equipamentos bélicos (aviões de guerra, navios, tanques etc).
Na Ásia, o Japão também possuía fortes desejos de expandir seus domínios para territórios vizinhos e ilhas da região. Estes três países, com objetivos expansionistas, uniram-se e formaram o Eixo. Um acordo com fortes características militares e com planos de conquistas elaborados em comum acordo.
O Início
O marco inicial ocorreu no ano de 1939, quando o exército alemão invadiu a Polônia. De imediato, a França e a Inglaterra declararam guerra à Alemanha. De acordo com a política de alianças militares existentes na época, formaram-se dois grupos : Aliados (liderados por Inglaterra, URSS, França e Estados Unidos) e Eixo (Alemanha, Itália e Japão ).





Fonte:http://www.suapesquisa.com/segundaguerra/  
Postado: 19/03/2014 as 16:53